Por que fazer jejum é um hábito tão importante?

Por que fazer jejum é um hábito tão importante?


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Estudos recentes têm redescoberto este costume humano milenar e vem desmistificando as crenças ao redor do jejum.

Pesquisas atuais mostram vantagens fundamentais, como a melhora do metabolismo e das habilidades cognitivas, além da menor ocorrência de câncer.

 

O impacto histórico por trás dessa prática tão antiga

 

O motivo pelo qual fazer o jejum intermitente – chamado de time-restricted feeding em inglês – é necessário, é evidente logo que analisamos ele pelo ponto de vista antropológico, uma vez que o ser humano sempre fez jejum.

 

Por exemplo, na evolução da espécie, na evolução do Homo sapiens, do Homo erectus, na evolução de todos os animais, os animais sempre fizeram algum tipo de jejum.

 

É importante lembrar que a espécie humana só iniciou a agricultura há 12 mil anos atrás (10.000 a.C.). Ou seja, não havia excedente para o café da manhã, não tinha acúmulo de grãos, trigo, milho, etc.

 

Ditar que a alimentação tem que ser feita de 3 em 3 horas e que todo mundo nasceu pra tomar café da manhã é uma grande mentira, uma vez que isso vai contra o metabolismo e o DNA humano.

 

Mesmo não sendo necessário jejuar todos os dias, é importante priorizar alguns dias da semana para manter este hábito. E para isso, é extremamente importante procurar acompanhamento médico e nutricional, uma vez que o corpo pode não estar mais acostumado com isso.

 

Recomendações sobre a manutenção do jejum

 

Grande parte de nós dita a força e o metabolismo desde o nascimento, então é necessário reprogramar a alimentação o mais cedo possível para evitar potenciais prejuízos à saúde.

 

Porém, é de extrema importância saber que o jejum não é a melhor alternativa para todo mundo; pessoas diabéticas, por exemplo, podem não se beneficiar com a prática se não for feita de forma adequada.

 

Além disso, como o jejum causa um pico matinal no cortisol, (que é o hormônio necessário para fugir de uma situação, brigar, etc) também é essencial ter cuidado para não elevar ele ao extremo, uma vez que este hormônio pode atrapalhar o metabolismo tanto da insulina quanto da testosterona.

 

Outro ponto importante de jejuar é quando alguém está em períodos de jejum e o organismo se adapta ao hábito; com isso, o processo de beta oxidação (queima de gorduras) aumenta muito mais, levando o indivíduo a queimar mais gordura e a fazer mais autofagia.

 

Essa pessoa passa até a consumir mais células ruins e a destruir as células ruins do corpo. Portanto, fica evidente que todo mundo tem que jejuar, de um ponto de vista antropológico.

 

E mais uma vez, é válido lembrar o quão fundamental é obter acompanhamento médico e nutricional de qualidade antes de fazer jejum, ao invés de simplesmente seguir dicas pela Internet.

 

Quer saber mais do jejum? Como fazer jejum intermitente? Quem se beneficia mais do jejum? O que o jejum faz com o cortisol, com a insulina e com a testosterona? Acompanhe nosso blog ou agende sua consulta com os especialistas do Instituto Abinader.

 

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